Chegamos na metade de junho e adivinha quem resolveu finalmente voltar a dar as caras por aqui? Isso mesmo, euzinha! Nem irei incomodá-los com explicações elaboradas e justificativas ~plausíveis~, pois a realidade é muito simples: não estava inspirada e também não estava com vontade de escrever. Pode ser que isso tenha a ver com a frustração por não ter concluído o quase-BEDA de forma louvável? Pode ser sim. E também tem a vida, que acontece e atropela tudo pelo caminho. É verdade, contudo, que não imaginei que deixaria de atualizar este espaço por quase dois meses, mas agora não há nada que eu possa fazer além de olhar para o arquivo na barra lateral e me deixar assombrar pela completa inexistência do mês de maio de 2017. #dramaqueen

E assim declaro oficialmente fracassada a minha Meta Pessoal™ nunca divulgada de publicar um post por semana durante o ano. Vida que segue, tem outros troféu.

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Em mais uma tentativa de tirar o pó e as teias de aranha do blog, conto com a ajuda de Tati, que me indicou para o meme (?) Liebster Award, o qual me recordo de ter respondido em 2014. Mas como de lá pra cá muitas revoluções aconteceram e eu certamente não sou mais a mesma pessoa, decidi que irei brincar mais uma vez para atualizar as minhas respostas. Vamos às regras: 1) escrever 11 fatos sobre você; 2) responder às perguntas de quem te indicou; 3) indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 inscritos; 4) fazer 11 perguntas aos blogs indicados; 5) colocar o selo do Liebster award; 6) linkar quem te indicou.

11 fatos sobre mim
Já vou começar roubando! Não consigo pensar em mais 11 fatos aleatórios sobre mim, então mantenho os mesmos que respondi neste post de abril. Prometo melhorar, pfvr não desistam de mim.


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(Ou: Vlog da preguiça #03)

Daí chegou o feriado, eu não ia viajar e nem tinha nada combinado e resolvi que iria colocar minhas leituras em dia. E decidi também que iria tagarelar sobre o que eu lia, mesmo que tenha desistido do Snapchat. Foi assim que eu tive a não-tão-brilhante ideia de fazer pequenos vlogs tipo snaps para registrar a experiência. O resultado vocês podem conferir logo abaixo.

Disclaimer: não costumo usar a câmera do celular para fazer vídeos e, por isso, não me liguei para a questão do microfone. Peço desculpas pelo áudio baixo em alguns trechos; com fones de ouvido não fica tão ruim.



Creiciane que sou, hoje vou brincar de blogueira famosa e vou mostrar para vocês o nada fabuloso conteúdo da minha bolsa. Escolhi fazer o post mostrando o que eu levei comigo na ocasião da celebração dos 25 anos da Analu, na última sexta-feira. Por ser à noite e em um karaokê, não encontrei necessidade de levar muitas coisas além do básico e na foto abaixo vocês podem conferir o quão sem graça eu sou nesse tipo de brincadeira (risos): 
A bolsa de modelo saquinho é a mais recente que adquiri e veio para substituir uma que estava comigo desde 2012 e sobrevivia com a ajuda de aparelhos. Como faz pouco menos de um mês que saquinho e eu estamos em um relacionamento, tenho pouco a dizer, além de que estou satisfeita pois ela atende aos requisitos básicos. E na ocasião em questão, ela estava super dentro da temática tendência anos 90 e combinou com o meu look (que, infelizmente, não foi fotografado. Não desistam de mim, pfvr). Quanto ao conteúdo, como vocês podem observar pela foto, não é nada de outro mundo:

- Chaveiros com as chaves de casa (essa flor amarela com glitter é herança da infância, pois veio com uma Barbie da minha irmã, e já vivemos muitas aventuras juntas);
- Prendedor/elástico de cabelo em espiral (?), que já tá ficando esticado, pois tenho muitos cabelos;
- Carteira com essa ~vibe~ from UK e um adorável cão mordendo um evelope;
- Álcool em gel (muito necessário, sempre carreguem) com cheiro de frutas cítricas (pois sou dessas, meio fresca, me deixem) que comprei na Renner;
- Celular (Samsung modelo S5 Mini), com esse case do amor que comprei na Colab55;
- Fones de ouvido, porque eu sempre saio de casa com fones de ouvido;
- Bolsinha/necessaire que veio com um kit de pincéis de maquiagem, mas que eu uso para carregar outras coisas. Por coincidência, nesse dia, coloquei maquiagem (risos). No caso, pouca coisa, já que já estava maquiada e só levei pó compacto (Vult) e batom (Vinhom, da Quem Disse, Berenice?) para fazer retoques. O pincel é da The Beauty Box e o espelhinho vem da Argentina e foi presente da minha tia.



Eu nunca fui uma pessoa com medo de livros clássicos. Juro que não tô falando isso para parecer aaaah-nossa-que-intelectual-que-ela-é, mas sim para explicar que até um tempo atrás nunca tinha parado para pensar muito no ~peso~ deles. Quando comecei oficialmente a minha vida como gente que gosta de ler, aos 11 anos, não havia muita opção além de Harry Potter, O Senhor dos Anéis e O Diário da Princesa, fato que me faz sentir uma certa invejinha de quem é xófem hoje, que tem realmente MUITAS possibilidades de escolha. Contudo, como dizia, eu não tinha tantas opções, de forma que recorria aos adultos que conhecia à procura de alguma iluminação. Posso afirmar que as melhores recomendações foram feitas pelo meu pai, que me apresentou a alguns dos livros que leu na ~época do ginásio~ e que, por coincidência, eram clássicos: As aventuras de Tom Sawyer, A Ilha do Tesouro e Viagem ao centro da Terra

Então, acho que dá para dizer que desde que me entendo por leitora, já tinha algum contato com os chamados clássicos, às vezes conhecidos como livros inalcançáveis, de difícil leitura e compreensão, além de absurdamente chatos e complexos. Só que não era assim que eu enxergava as coisas, para mim esses livros eram apenas livros que tinham se tornado famosos ao longo dos séculos porque muitas pessoas os tinham lido e aprovado; e isso já era o suficiente para instigar a minha curiosidade em relação a eles. Para a versão menor deste pequeno hobbit, clássicos eram livros como quaisquer outros. Só que aí, as coisas começaram a mudar e o tal do medo resolveu bater à minha porta. Não sei ao certo até que ponto estou correta, mas sinto que comecei a me sentir intimidada por alguns livros clássicos depois que resolvi brincar de booktube. Talvez porque haja alguma ~idealização~ desse tipo de livro, talvez porque comecei a me interessar por clássicos de fato assustadores. Não sei, são questões. O fato é que tenho uma listinha TBR de clássicos que quero ler antes de morrer, mas de uns tempos pra cá, sinto que sou completamente incapaz de riscar alguns itens da lista simplesmente porque eles me intimidam. Me apavoram. Me paralisam. #dramaqueen
Aí, em tempos de quase-BEDA fajuto, sem ideias e com um total de zero motivação, eis que Mia sugere uma pauta que serviu como uma luva, tanto para que eu tire as teias de aranha deste singelo espaço na world wide web, quanto para me lembrar de alguns ~livros de peso~ que estão na minha estante, apenas aguardando para serem lidos e celebrados de alguma forma. Afinal de contas, se eles estão lá é porque eu os adquiri e isso quer dizer que os quero ler. Eventualmente. No futuro. Um dia. Antes de morrer. (Bear with me). Pois bem, sem mais delongas - porque esse introdução já tá enorme -, vamos aos clássicos que me intimidam)

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(Ou: Uma ode à minha infância)

Eu era muito fã de Sandy & Junior. E até hoje não sei dizer a dimensão do impacto que a dupla e suas músicas tiveram na minha formação e na minha vida de forma geral. Posso até estar enganada, mas creio que o álbum Sonho Azul (1997) foi o primeiro CD da minha ~coleção~. Fui criança nos anos 90 e só sentia que minhas festinhas de aniversário estavam completas se Sandy & Junior estivessem na trilha sonora, tentava aprender as coreografias das músicas e queria todo e qualquer acessório, figurinha de chiclete, sandália/tênis, brinquedo, revista, caderno, etc. que tivesse relação com a dupla (o que não quer dizer que tive). Aí, veio a adolescência. Irei poupá-los de detalhes muito aprofundados e apenas direi que 1) eu queria ser a Sandy; 2) tinha pôsteres do Junior e 3) enlouqueci praticamente todos os adultos da minha vida com a minha ~obsessão~. Em minha defesa, digo que a dupla foi um excelente exemplo para a adolescente impressionável que fui (todos somos, não?) e não sinto nenhum arrependimento por meus excessos. Ser fã é bom demais. #feelingsaretheonlyfacts (Pai, foi mal por todas as vezes que te fiz escutar os CDs em loop eterno no carro) (Mãe, me desculpe por te fazer assistir Aquária).

Creicices à parte, hoje quando paro para pensar naquela época, o faço com muito carinho e saudade. Vejam bem, ser adolescente é complicado. Ser adolescente desajustada é ainda pior e Sandy & Junior faziam parte das preciosidades que me traziam algum tipo de conforto. Eu encontrava muita #paz ao gastar o troco do lanche da escola em revistas sobre a dupla, passar as tardes depois da escola sonhando acordada enquanto a Sandy cantava sobre romance juvenil de um jeito bem psicopata e especulava acerca das próximas confusões vividas pela dupla e seus amigos no seriado que passava na Globo aos domingos (MELHOR SÉRIE DA TELEVISÃO BRASILEIRA). O ápice do fangirling ocorreu durante 2001-2002, com aquele álbum preto e branco, a carreira internacional e o show épico no Maracanã. Foi, de fato, uma boa época para estar viva e ser xófem.

Depois disso eles começaram a fazer um som mais ~maduro~ e que refletia o que estavam vivendo naquela época, sendo eles dois jovens adultos, cujos dilemas e emoções pouco faziam sentido para uma mocinha de 13 anos que ainda nem sabia direito o que era o vestibular e que tinha como principal preocupação a data de lançamento do próximo livro do Harry Potter. Jamais me esquecerei do espanto que senti quando assisti pela primeira vez o clipe de Desperdiçou (Junior sequestrador!!!, Sandy âncora de jornal/repórter!!!! e eu tenho certeza de que poderia problematizar aquele final, mas não). Tudo muito sério, muito adulto. Mas aí, no mesmo álbum, tinha umas músicas de amor e sobre o meio ambiente (?) e tava tudo bem, tudo ótimo. Só que eles demoraram uns três anos para lançar um sucessor para o Identidade (2003), período em que este pequeno hobbit entrou no Ensino Médio, virou uma grande telespectadora da MTV (sdds eternas) e resolveu que queria ser rockeira-alternativa-grunge-indie e não tinha mais tempo para música pop (mentira, porque eu não perdia um lançamento dos Backstreet Boys e da Britney Spears, mas bear with me). Ainda assim, comprei o último álbum de estúdio da dupla, que me lembro de ter escutado uma quantidade de vezes razoável (sem jamais compartilhar este fato, pois precisava manter a minha ~reputação de descolada~).

É importante frisar que mesmo com o distanciamento, a dupla continuou tendo um espaço especial no meu coração, que não teve outra opção além de se partir no dia 17 de abril de 2007, quando o fim da dupla foi anunciado. Fatos dignos de nota: Michelle se formando no Ensino Médio. J.K. Rowling lançando o último Harry Potter. Britney Spears 2007. Sandy e Junior se separando. 
MEU
MUNDO
CAIU
2007 foi, de fato, um ano difícil. Um ano de transição, de incertezas, de novos horizontes, de despedidas. E é claro que o álbum acústico foi a trilha sonora do encerramento da minha vida como a conhecia até então. #dramaqueen #pisciana #eu

Como dez anos se passaram e eu sou muito adepta da nostalgia e da celebração de coisas maravilhosas, não poderia deixar a data passar em branco por aqui. E louca das listas que sou, também não vou perder a oportunidade de contar para vocês quais são as minhas músicas preferidas da dupla. Assim, sem mais delongas porque vocês já sabem o esquema desses posts, senhoras e senhores, com vocês o meu top 15 maiores sucessos de Sandy & Junior!

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